Quando era criança, eu sempre quis ser algum tipo de Dom Quixote... ou qualquer um destes heróis compenetrados e, de algum modo, insanos. Mas com o tempo me tornei um sujeito egoísta, apático, narcisista, sórdido, irônico e cínico. É mesmo uma pena, eu sempre achei que seria um grande herói, um herói digno do clamor e da adoração dos mais fracos e necessitados. A vida é mesmo uma vadia desoladora.
Diário outonal (2)
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- Escrevi para a Brotéria sobre Mindhunter e State of the Union.
- Ontem ouvi na televisão uma advogada de família a explicar que a prática
de abandono ...
